Onderwerp : [Etc-br] Re: oficina em pipa - como chegar?

Auteur : Celina Jorge
E-mail : celina.jorge op gmail.com
Datum : Ma Jun 11 14:03:03 CEST 2007


Soh uma pergunta tati.

No site (ja nem me lembro qual) tem dizendo que quem vai receber as
mininas gringas aih em pipa serao tati e celia. Que celia? Eh a daqui
de Recife?

[  ]'s

On 6/9/07, tati <tatiw op riseup.net> wrote:
> terça é um bom dia prá todas? vamo fazer aqui oficinas em casa ou no
> telecentro?
> o conteúdo das oficinas sugiro q a gente o construa com a vinda da donna
> q seria interessante ouvirmos o q ela passou por brasília, bh e sampa..
> e ouvir das experincias dela com o grupo de mulheres que ela faz parte
> na holanda e ver o q temos entre nós aí ver como levamos a residência de
> todas por aqui, hehe..
> a gente
> lugar a gente desenrola!
>
> venham! venham! e tragam áudios, vamo fazê rádio livre, cozinhar e nadar!
>
> xt
>
>
> ---------------------
>
>
> oi éthel, a donna chega aqui no domingo. é quando vamos decidir certinho
> quando fazer, mas venha quando der, de recife o ônibus custa r$50, vc
> salta em goianinha e pega a van atrás da igreja q custa r$2.50. salta no
> último ponto da van e entra na rua do cajueiro, a rua da boate, é uma
> rua sem saída. a casa aqui é número 3. vc consegiu falar com a célia?
> aqui estará uma galera, cara mas tem rede!
>
> meu telefone 19.92358275 caído o número de campinas né?
>
> xt
>
> Éthel Oliveira wrote:
> > Tati, estou me organizando para ir na terça pela manhã para a oficina aí.
> > vai rolar né?!
> >
> > por favor me oriente como chegar até aí (mais ou menos quanto eu voua
> > gastar), além da possibilidade de eu ficar hospedada aí...
> >
> > até já
> >
> > beijos
> >
> > éthel
> >
>
>
> --
> "Chamar alguém de "anti-americano", ou ser anti-americano, (ou para
> tanto anti-Indiano ou anti-Timbuktuano) é não somente racismo, como uma
> falta de imaginação. Uma inabibilidade de ver o mundo em outros termos
> que aqueles que foram estabelecidos por você."
>
> "... Amar. Ser amada. Nunca esquecer a sua própria insignificância.
> Nunca se acostumar com a violência muda e a disparidade vulgar da vida
> ao seu redor. Procurar alegria nos lugares mais tristes. Procurar a
> beleza no estábulo. Nunca simplificar o que é complicado nem complicar o
> que é simples. Respeitar a força, nunca o poder. Acima de tudo, olhar.
> Tentar entender. Nunca deixar de olhar. E nunca, nunca esquecer."
>
> arundhati roy
> http://www.weroy.org
>
>
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